terça-feira, 8 de dezembro de 2015

Definição (o que é)

Coleta seletiva de lixo é um processo que consiste na separação e recolhimento dos resíduos descartados por empresas e pessoas. Desta forma, os materiais que podem ser reciclados são separados do lixo orgânico (restos de carne, frutas, verduras e outros alimentos). Este último tipo de lixo é descartado em aterros sanitários ou usado para a fabricação de adubos orgânicos.

A reciclagem

No sistema de coleta seletiva, os materiais recicláveis são separados em: papéis, plásticos, metais e vidros. Existem indústrias que reutilizam estes materiais para a fabricação de matéria-prima ou até mesmo de outros produtos.

Descarte apropriado de alguns tipos de lixos:

Pilhas, baterias comuns e de celular também são separadas, pois quando descartadas no meio ambiente provocam contaminação do solo. Embora não possam ser reutilizados, estes materiais ganham um destino apropriado para não gerarem a poluição do meio ambiente.

Medicamentos não devem ser descartados junto com o lixo orgânico, pois possuem substâncias químicas que podem contaminar o solo e a água. Algumas redes de farmácias possuem pontos de coleta de medicamentos que não são mais usados.


Lâmpadas fluorescentes também necessitam de descarte especial. Em seu interior, uma lâmpada deste tipo possui vapor de mercúrio, gás tóxico, que contamina o ar quando quebrada. Algumas lojas de materiais elétricos e de construção possuem pontos de coletas destes materiais.

Os lixos hospitalares também merecem um tratamento especial, pois costumam estar infectados com grande quantidade de vírus e bactérias. Desta forma, são retirados dos hospitais de forma específica (com procedimentos seguros) e levados para a incineração em locais especiais.

Importância

A coleta seletiva de lixo é de extrema importância para a sociedade. Além de gerar renda para milhões de pessoas e economia para as empresa, também significa uma grande vantagem para o meio ambiente uma vez que diminui a poluição dos solos e rios. Este tipo de coleta é de extrema importância para o desenvolvimento sustentável do planeta.

sexta-feira, 4 de dezembro de 2015


PROPAGAÇÃO DO FOGO/Condução/Convecção/Irradiação/Ponto de Fulgor/Ponto de Combustão/Temperatura de Ignição/
PROPAGAÇÃO DO FOGO

O fogo pode se propagar:
• Pelo contato da chama em outros combustíveis;
• Através do deslocamento de partículas incandescentes;
• Pela ação do calor.

calor é uma forma de energia produzida pela combustão ou originada do atritodos corpos. Ele se propaga por três processos de transmissão:

Condução
É a forma pela qual se transmite o calor através do próprio material, de molécula a molécula ou de corpo a corpo.
Convecção
É quando o calor se transmite através de uma massa de ar aquecida, que se desloca do local em chamas, levando para outros locais quantidade de calor suficiente para que os materiais combustíveis aí existentes atinjam seu ponto de combustão, originando outro foco de fogo.

Irradiação
É quando o calor se transmite por ondas caloríficas através do espaço, sem utilizar qualquer meio
material.



PONTOS E TEMPERATURAS IMPORTANTES DO FOGO:

Ponto de Fulgor
É a temperatura mínima necessária para que um combustível desprenda vapores ou gases inflamáveis, os quais, combinados com o oxigênio do ar em contato com uma chama, começam a se queimar, mas a chama não se mantém porque os gases produzidos são ainda insuficientes.

Ponto de Combustão
É a temperatura mínima necessária para que um combustível desprenda vapores ou gases inflamáveis que, combinados com o oxigênio do ar e ao entrar em contato com uma chama, se inflamam, e, mesmo que se retire a chama, o fogo não se apaga, pois essa temperatura faz gerar, do combustível, vapores ou gases suficientes para manter o fogo ou a transformação em cadeia.

Temperatura de Ignição
É aquela em que os gases desprendidos dos combustíveis entram em combustão apenas pelo contato com o oxigênio do ar, independente de qualquer fonte de calor.

CLASSES DE INCÊNDIO
Os incêndios são classificados de acordo com as características dos seus combustíveis.
Somente com o conhecimento da natureza do material que está se queimando, pode-se descobrir o melhor método para uma extinção rápida e segura.

CLASSE A
• Caracteriza-se por fogo em materiais sólidos;
• Queimam em superfície e profundidade;
• Após a queima deixam resíduos, brasas e cinzas;
• Esse tipo de incêndio é extinto principalmente pelo método de resfriamento,
e as vezes por abafamento através de jato pulverizado.

CLASSE B
• Caracteriza-se por fogo em combustíveis líquidos inflamáveis;
• Queimam em superfície;
• Após a queima, não deixam resíduos;
• Esse tipo de incêndio é extinto pelo método de abafamento.

CLASSE C
• Caracteriza–se por fogo em materiais/equipamentos energizados (geralmente
equipamentos elétricos);
• A extinção só pode ser realizada com agente extintor não-condutor de eletricidade,
nunca com extintores de água ou espuma;
• O primeiro passo num incêndio de classe C, é desligar o quadro de força,
pois assim ele se tornará um incêndio de classe A ou B.

CLASSE D
• Caracteriza-se por fogo em metais pirofóricos (aluminio, antimônio, magnésio,
etc.)
• São difíceis de serem apagados;
• Esse tipo de incêndio é extinto pelo método de abafamento;
• Nunca utilizar extintores de água ou espuma para extinção do fogo.

MÉTODOS DE EXTINÇÃO DO FOGO
Partindo do princípio de que, para haver fogo, são necessários o combustível, comburente e o calor, formando o triângulo do fogo ou, mais modernamente, o quadrado ou tetraedro do fogo, quando já se admite a ocorrência de uma reação em cadeia, para nós extinguirmos o fogo, basta retirar um desses elementos.
Com a retirada de um dos elementos do fogo, temos os seguintes métodos de extinção: extinção por retirada do material, por abafamento, por resfriamento e extinção química.

Extinção por retirada do material (Isolamento)

Esse método consiste em duas técnicas:
• retirada do material que está queimando
• retirada do material que está próximo ao fogo.


Extinção por retirada do comburente (Abafamento)
Este método consiste na diminuição ou impedimento do contato de oxigênio com o combustível.
ciclo pdca de controle de processos
também conhecido como “Ciclo de Deming”, o PDCA é uma das primeiras ferramentas de gestão da qualidade (ou ferramentas gerenciais) e permite o controle do processo.
O PDCA foi criado na década de 20 por Walter A. Shewart, mas foi William Edward Deming, o “guru do gerenciamento da qualidade”, quem disseminou seu uso no mundo todo (por isso, a partir da década de 50, o ciclo PDCA passou a ser conhecido como “Ciclo Deming”).
“PDCA” é a sigla as palavras em inglês que designam cada etapa do ciclo:
“Plan”, planejar; “Do”, fazer ou agir; “Check”, checar ou verificar; e “Action”, no sentido de corrigir ou agir de forma corretiva.
O PDCA é um método amplamente aplicado para o controle eficaz e confiável das atividades de uma organização, principalmente àquelas relacionadas às melhorias,possibilitando a padronização nas informações do controle de qualidade e a menor probabilidade de erros nas análises ao tornar as informações mais entendíveis. O PDCA constitui-se das seguintes etapas:
“PLAN” – O primeiro passo para a aplicação do PDCA é o estabelecimento de um plano, ou um planejamento que deverá ser estabelecido com base nas diretrizes ou políticas da empresa e onde devem ser consideradas três fases importantes: a primeira fase é o estabelecimento dos objetivos, a segunda, é o estabelecimento do caminho para que o objetivo seja atingido e, a terceira é a definição do método que deve ser utilizado para consegui-los. A boa elaboração do plano evita falhas e perdas de tempo desnecessárias nas próximas fases do ciclo;
“DO” – O segundo passo do PDCA é a execução do plano que consiste no treinamento dos envolvidos no método a ser empregado, a execução propriamente dita e a coleta de dados para posterior análise. É importante que o plano seja rigorosamente seguido;
“CHECK” – O terceiro passo do PDCA é a análise ou verificação dos resultados alcançados e dados coletados. Ela pode ocorrer concomitantemente com a realização do plano quando se verifica se o trabalho está sendo feito da forma devida, ou após a execução quando são feitas análises estatísticas dos dados e verificação dos itens de controle. Nesta fase podem ser detectados erros ou falhas;
“ACT” ou “ACTION” – a última fase do PDCA é a realização das ações corretivas, ou seja, a correção da falhas encontradas no passo anterior. Após realizada a investigação das causas das falhas ou desvios no processo, deve-se repetir, ou aplicar o ciclo PDCA para corrigir as falhas (através do mesmo modelo, planejar as ações, fazer, checar e corrigir) de forma a melhorar cada vez mais o sistema e o método de trabalho.

quinta-feira, 3 de dezembro de 2015

Como ocorrem os acidentes de trabalho

Como ocorrem os acidentes de trabalho ?

Os acidentes de trabalho ocorrem por vários motivos, e no setor industrial os riscos ocupacionais são maiores devido aos índices de periculosidade e insalubridade dentro do chão de fábrica. O contato com equipamentos e com produtos químicos oferece grandes chances de lesões aos operários, caso eles não tomem os devidos cuidados e não façam uso dos equipamentos de proteção individual. Mas mesmo em outros departamentos, as chances de acidentes continuam existindo e entender por que eles acontecem, bem como saber como prevenir acidentes no trabalho, são os primeiros passos que levam à segurança total. Cabe destacar que os atos inseguros (proporcionada por erros e negligências das próprias pessoas) causam quatro vezes mais acidentes e lesões do que as condições inseguras.

Esta lista vai abranger alguns comportamentos que podem causar acidentes de trabalho.

    Excesso de confiança: Ter confiança e segurança ao desempenhar certas tarefas é primordial, mas o excesso de confiança pode ser perigoso na medida em que o operador passa a não prestar muita atenção no que está fazendo, por acreditar que já sabe cada passo que preciso executar. Pensar que "isso nunca vai acontecer comigo" é uma atitude que pode levar a procedimentos inadequados ou métodos inapropriados durante a execução de alguma atividade.
     
    Ignorar procedimentos de segurança: Deixar de observar os procedimentos de segurança é um fator que podem colocar em risco todos os trabalhadores. Regras e procedimentos em vigor são sempre importantes e devem ser seguidos à risca pelos trabalhadores. Ter uma atitude negligente em relação às normas de segurança conduz ao perigo extremo dentro das plantas industriais, principalmente em alguns setores como o de construção civil e no de elétrica.
     
    Condições inseguras, Pressa é inimiga da perfeição: Quando tentamos ser mais eficientes em um período de tempo mais curto, o resultado disso é o surgimento de extrema ansiedade e pressa em concluir um serviço o mais breve possível. Para que isso aconteça, muitos profissionais criam “atalhos” e pulam etapas e procedimentos essenciais na segurança deles e de outras pessoas. Essas atitudes provocam situações de insegurança e uma maior chance de lesões.
     
    Instruções incompletas ao iniciar uma tarefa: Muitas vezes o trabalhador se vê intimidado em pedir instruções para melhorar o entendimento a cerca de certos procedimentos a serem adotados na execução de uma tarefa. Com isso, o trabalho fica comprometido e os resultados podem não ser o espero, acarretando também na falta de segurança. Em razão disso é que muitas vezes a aplicação de treinamentos em segurança do trabalho de funcionários é uma necessidade para evitar a ocorrência de acidentes.
     
    Deficiência na limpeza: Uma área de trabalho bem limpa e conservada define um padrão para todos. Piso molhado, sujo, com restos de produtos e objetos espalhados pelo chão proporcionam grandes chances de escorregões e quedas dos funcionários. Por isso, é importante destacar: uma boa limpeza promove um ambiente mais seguro.
     
    Distração mental: Fazer uma tarefa com segurança requer atenção mental. É importante manter o foco e deixar os problemas em casa. Mesmo conversas informais podem ser motivos de distração.


Saúde e Segurança do Trabalhador

Saúde e Segurança do Trabalhador

O tema Saúde e Segurança no Trabalho (SST) ganha a cada dia maior visibilidade no cenário mundial, e o governo brasileiro se mobiliza para garantir um melhor ambiente de trabalho para os brasileiros.
Por isso o Ministério da Previdência Social criou o Departamento de Políticas de Saúde e Segurança Ocupacional – DPSSO, voltado especialmente para o desenvolvimento de políticas públicas que aprimorem a segurança, saúde e qualidade de vida no trabalho.
Segundo o artigo 19 da Lei no 8.213, de 24 de julho de 1991, “acidente do trabalho é o que ocorre pelo exercício do trabalho a serviço da empresa, ou pelo exercício do trabalho do segurado especial, provocando lesão corporal ou perturbação funcional, de caráter temporário ou permanente”. Pode causar desde um simples afastamento, a perda ou a redução da capacidade para o trabalho, até mesmo a morte do segurado.

Também são considerados como acidentes do trabalho: a) o acidente ocorrido no trajeto entre a residência e o local de trabalho do segurado; b) a doença profissional, assim entendida a produzida ou desencadeada pelo exercício do trabalho peculiar a determinada atividade; e c) a doença do trabalho, adquirida ou desencadeada em função de condições especiais em que o trabalho é realizado e com ele se relacione diretamente.

desenvolvimento sustentavel

O que é desenvolvimento sustentável?

A definição mais aceita para desenvolvimento sustentável é o desenvolvimento capaz de suprir as necessidades da geração atual, sem comprometer a capacidade de atender as necessidades das futuras gerações. É o desenvolvimento que não esgota os recursos para o futuro.
Essa definição surgiu na Comissão Mundial sobre Meio Ambiente e Desenvolvimento, criada pelas Nações Unidas para discutir e propor meios de harmonizar dois objetivos: o desenvolvimento econômico e a conservação ambiental.

O que é preciso fazer para alcançar o desenvolvimento sustentável?


Para ser alcançado, o desenvolvimento sustentável depende de planejamento e do reconhecimento de que os recursos naturais são finitos.

Esse conceito representou uma nova forma de desenvolvimento econômico, que leva em conta o meio ambiente.

Muitas vezes, desenvolvimento é confundido com crescimento econômico, que depende do consumo crescente de energia e recursos naturais. Esse tipo de desenvolvimento tende a ser insustentável, pois leva ao esgotamento dos recursos naturais dos quais a humanidade depende. 

Atividades econômicas podem ser encorajadas em detrimento da base de recursos naturais dos países. Desses recursos depende não só a existência humana e a diversidade biológica, como o próprio crescimento econômico. 

O desenvolvimento sustentável sugere, de fato, qualidade em vez de quantidade, com a redução do uso de matérias-primas e produtos e o aumento da reutilização e da reciclagem.

Os modelos de desenvolvimento dos países industrializados devem ser seguidos?


O desenvolvimento econômico é vital para os países mais pobres, mas o caminho a seguir não pode ser o mesmo adotado pelos países industrializados. Mesmo porque não seria possível. 

Caso as sociedades do Hemisfério Sul copiassem os padrões das sociedades do Norte, a quantidade de combustíveis fósseis consumida atualmente aumentaria 10 vezes e a de recursos minerais, 200 vezes. 

Ao invés de aumentar os níveis de consumo dos países em desenvolvimento, é preciso reduzir os níveis observados nos países industrializados.

Os crescimentos econômico e populacional das últimas décadas têm sido marcados por disparidades. 

Embora os países do Hemisfério Norte possuam apenas um quinto da população do planeta, eles detêm quatro quintos dos rendimentos mundiais e consomem 70% da energia, 75% dos metais e 85% da produção de madeira mundial.